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09/01/19 - 05h18 - atualizada em 09/01/19 às 05h23

Morre vítima de batida entre automóvel e caminhão carregado de cimento

Estevam Eduardo Ferreira Krivilim, de 35 anos, dirigia o Ford Ka envolvido na colisão, ocorrida no trevo de acesso da Fernandes Pinheiro, na BR-277

Da redação, com reportagem de Paulo Henrique Sava 

Fotos: Tadeu Stefaniak e PRF


O condutor do Ford Ka envolvido em acidente no trevo de acesso ao município de Fernandes Pinheiro, Estevam Eduardo Ferreira Krivilim, de 35 anos, morreu no Hospital Bom Jesus, em Ponta Grossa, horas depois do acidente, ocorrido na manhã desta terça (8), perto das 9h10, no km 234 da BR-277. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML) de Ponta Grossa, onde deu entrada às 17h50.

O Ford Ka que Krivilim dirigia foi atingido por um caminhão carregado de cimento, com placas de Marechal Cândido Rondon. O caminhão estava na BR-277 e seguia de Curitiba ao oeste do estado. O carro saía do trevo, vindo da PR-438, e tentava entrar na rodovia federal quando bateu na parte frontal do caminhão.

O automóvel saiu da pista e acabou completamente destruído. Krivilim foi resgatado com vida pelos socorristas da Caminhos do Paraná e pelo Corpo de Bombeiros de Irati e conduzido, de helicóptero, até o Hospital Bom Jesus, em Ponta Grossa, onde veio a falecer. 

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O inspetor Claudio Adão, da Polícia Rodoviária Federal (PRF), lamentou o acidente e atribuiu falta de atenção do motorista que fazia a conversão para entrar na BR-277, pois, destacou, é um trecho com boa visibilidade. “Por mais que sejam dois aclives, os acidentes que vêm ocorrendo ali, a maioria deles podemos dizer que é por falta de atenção, porque a visão é bastante ampla”, disse.

Claudio Adão comentou também que muitas pessoas têm sugerido que seja adotado radar de limite de velocidade naquele trecho, que é de 60km/h. O inspetor reconheceu que são poucos os motoristas que andam dentro dessa faixa de velocidade em rodovias federais, fato constatado em fiscalizações com radares móveis. “Infelizmente, os acidentes têm ocorrido ali por falta de atenção ou pressa, por parte de quem vai cruzar a rodovia. Muitas vezes o motorista pensa que dá tempo de cruzar antes de um caminhão passar e não dá e, por causa dessa fração de segundo, acaba perdendo a vida”, analisou.

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“A PRF vem batendo em cima disso e fazendo [fiscalização com] radar nas imediações. Temos que ser justos que o problema não seria tanto o excesso de velocidade; é um [fator] contribuinte, mas sabemos que a falta de atenção também está colaborando com isso”, acrescentou.

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