Irati e Região / Notícias

10/10/17 - 10h54 - atualizada em 10/10/17 às 15h23

Vice-prefeito fala sobre saída da Secretaria de Saúde de Irati

Em nota, Amilton Komnitski alegou incompatibilidade de carga horária para assumir a pasta

Da Redação

Em resposta aos questionamentos feitos pelos vereadores após sua saída da Secretaria de Saúde, o vice-prefeito de Irati, Amilton Komnitski (PSD) enviou uma nota na qual esclarece que não houve compatibilidade de carga horária entre o cargo de secretário e a profissão de farmacêutico, a qual exerce. Os estabelecimentos farmacêuticos são obrigados a ter pelo menos um farmacêutico durante todo o período em que estão abertos. Por este motivo, o vice-prefeito optou por deixar o cargo de secretário.

O comunicado foi repassado para o Executivo no último dia 04 e para a Câmara Municipal no dia 09.

Amilton Komnitski deixou o cargo depois de responder por 14 dias pela pasta. Ele assumiu a função no dia 20 de setembro, após a saída de Agostinho Basso, que pediu exoneração do cargo em agosto, alegando tentativas de interferência na secretaria por parte de membros da alta cúpula da administração municipal, incompatibilidade de interesses e princípios e manifestações de ingerências na pasta. 

No lugar de Komnitski, quem assumiu a secretaria foi seu filho, Ariel Roberto Komnistski, que responderá interinamente pela pasta, até que a nova secretária, Magali Salete de Camargo, possa tomar posse do cargo. Ela já foi apresentada por Derbli e Amilton no dia 14 de setembro. A nova secretária já concluiu sua aposentadoria, no entanto, de acordo com assessoria da prefeitura, ainda precisa esperar encerrar o vínculo empregatício com o governo estadual que deve se encerrar no fim de outubro.

O decreto com a nomeação de Ariel foi publicado no último dia 06 no Diário Oficial do município.

Conselho Federal de Farmácia

A Resolução do Conselho Federal de Farmácia nº 596/2014, no seu artigo 15, veda ao profissional farmacêutico:

I - utilizar-se do serviço, emprego ou cargo para executar trabalhos de empresa privada de sua propriedade ou de outrem, como forma de obter vantagens pessoais;

II - cobrar ou receber remuneração do usuário do serviço;

III - reduzir, irregularmente, quando em função de chefia ou coordenação, a remuneração devida a outro farmacêutico.

 O artigo 16 da mesma Resolução diz: É vedado ao fiscal farmacêutico exercer outras atividades profissionais de farmacêutico, ser responsável técnico ou proprietário ou participar da sociedade em estabelecimentos farmacêuticos.

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