Irati e Região / Notícias

03/12/18 - 16h02 - atualizada em 05/12/18 às 19h55

Ambulatório da Secretaria de Saúde está fechado para reformas

Obras começaram nesta segunda-feira, 03. Atendimentos foram direcionados para outras unidades de saúde

Da redação

Posto de Saúde Ildefonso Zanetti receberá reforma a partir desta segunda-feira, 03

O ambulatório da Secretaria Municipal de Saúde de Irati está fechado para reformas a partir de hoje, 03. A informação foi confirmada pela secretária Magali Salete de Camargo durante entrevista coletiva concedida na última segunda-feira, 26, no salão nobre da Prefeitura.

Conforme Magali, a parte do prédio onde são realizadas consultas, pequenas cirurgias, salas de vacinas, atendimentos à saúde da mulher e pediatria está sendo reformada. Os prédios da fisioterapia e da odontologia não receberão reformas nesta etapa.

Todos os atendimentos médicos serão realizados em outros postos de saúde até que a reforma do posto central esteja concluída. A unidade do bairro Lagoa receberá as pequenas cirurgias e procedimentos de ortopedia. A UBS do Rio Bonito, que terá horário estendido até as 20 horas diariamente, irá abrigar os serviços de eletrocardiograma. Os postos de saúde Ademar Vieira de Araújo e da Vila São João receberão os atendimentos de pediatria, sendo que um pediatra vai ficar na unidade próxima à Rodoviária e outro na Vila. Os outros dois pediatras serão deslocados para a Casa de Apoio à Gestante, juntamente com a sala de vacinas, na Avenida Getúlio Vargas. O prédio central do Consórcio Intermunicipal de Saúde irá abrigar os atendimentos ginecológicos. Magali ressalta que a transferência destes atendimentos é necessária para que a reforma possa ser realizada.

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O custo total da obra deverá ser de R$ 380 mil, com recursos já disponíveis nos cofres do município. De acordo com a secretária, o prazo de entrega da obra é de seis meses. A empresa GOP será a responsável pelos serviços.

Após a reforma, o posto central receberá novamente a farmácia municipal, que atualmente funciona em um prédio alugado pelo município. O fichário também será modificado, ficando no mesmo corredor da farmácia. O Pronto Atendimento será transferido para a UPA da Vila São João. No entanto, a secretária garantiu que a mudança só irá ocorrer quando a UPA estiver concluída.

Eu só vou mudar para lá a hora que estiver com a chave na mão e com todos os equipamentos prontos. Nós não vamos nos mudar ‘mais ou menos’.

Magali Salete de Camargo
Secretária de Saúde de Irati

A licitação para compra de alguns equipamentos para o novo Pronto Atendimento já foi feita, faltando apenas aparelhos Raio X e de radiodiagnóstico. A obra está quase pronta para ser inaugurada. O antigo espaço do Pronto Atendimento no posto central será utilizado para depósito de medicamentos da farmácia.

UPA não será cedida para Erasto Gaertner

Magali também confirmou a desistência da Prefeitura em ceder o prédio da UPA para o Hospital Erasto Gaertner. A justificativa é de que o subsídio de que o hospital dispõe para manutenção do Erasto no imóvel é menor que o solicitado pelo município. Ela confirmou também que o prefeito Jorge Derbli (PSDB) oficializou a doação de um terreno para construção do Hospital do Câncer no Riozinho. “Já fizemos a solicitação, agora precisamos de recursos para construir”, frisou. O diretor do Erasto, Adriano Lago, disse à nossa reportagem que a decisão foi tomada unilateralmente pela Prefeitura de Irati e não quis comentar mais sobre o assunto. 

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Ampliações nas unidades de saúde

Depois do posto central, as unidades de saúde do Rio Bonito e da Vila São João também devem receber reformas. A secretária apontou também a necessidade de construção de dois novos postos de saúde, um na Vila Nova e outro no Nhapindazal.

“Seriam duas ampliações: a da Vila São João para mais uma ESF e completar as 16 que temos na programação. Precisaríamos ainda ter a construção de duas unidades novas para atender a territorialização do município”, afirmou.

Descentralização dos Agentes de Endemias

Houve também uma descentralização dos agentes de endemias, que agora serão divididos por territórios das unidades de saúde. Conforme Magali, eles precisam criar vínculo com a comunidade na qual estão trabalhando. “Eles têm que criar este vínculo, mas acabam não o fazendo porque vai um grupo para um bairro, depois vão para outro e voltam ao primeiro local em seis meses. Eu acho que, desta forma, fica melhor o serviço para a comunidade e eles criam este vínculo com a população, o que eu acho que é importante”, finalizou.

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