Jussara Harmuch Bendhack com G1 e Gazeta do PovoComeçamos a semana com duas reportagens que reportam ao exercício de cidadania.
A primeira foi exibida ontem à noite (17) no programa "Fantástico" da Rede Globo e trata da falta de conscientização da população brasileira em relação ao destino adequado dos dejetos. O Paraná saiu em vantagem:
- E o
título de campeã da limpeza vai para Curitiba, com apenas 33 kg de lixo recolhidos do chão. E olha que os curitibanos não estão satisfeitos. “Essa rua é bastante suja”, afirma o vendedor Elias Silveira. Mas justiça seja feita. Em Curitiba e nas demais capitais, também não faltaram flagrantes de bons exemplos. Nem tudo está perdido. -
Leia a matéria completa e assista o que foi ao ar no Fantástico - G1.
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| Mãe dá (mau) exemplo ao filho |
A segunda é do jornal Gazeta do Povo que estampou, no dia de hoje (18), a manchete que não dá motivos para comemorar:
“R$ 1 milhão jogado no lixo", que fala do descaso da população com os bens públicos e mostra a ação dos vândalos". Leia a seguir:
Essa foi a quantia gasta pela prefeitura de Curitiba em 2009 para limpar pichações, trocar vidros de estações-tubo e reparar outros danos causados por vândalos
Vinicius Boreki
Curitiba gastou aproximadamente R$ 1 milhão para recuperar parques municipais, estações-tubo e edificações que sofreram atos de vandalismo no ano passado. O valor é aparentemente irrisório se comparado aos cerca de R$ 3,5 bilhões de orçamento previsto para o município neste ano. No entanto, corresponde a 40% do que a Secretaria de Assuntos Metropolitanos deve gastar em 2010. Também é dinheiro suficiente, por exemplo, para concluir as duas fases da revitalização da Rua Riachuelo, que prevê modernização das calçadas, construção de rede subterrânea para cabos e troca de iluminação.
Pertencimento
Um dos caminhos apontados para coibir a ação dos vândalos é a cidadania. É a sensação de pertencimento que impede atos depredativos. “Não se pode desprezar a questão do vandalismo, apenas levando em conta o quanto se gasta na recuperação. É preciso envolver a comunidade nos parques, fazer com que todos se sintam donos desses lugares”, opina o diretor de Parques e Praças. Com a ocupação, o povo também se torna fiscal, fazendo denúncias em caso de ocorrências. Essa presença não só evita o vandalismo como também dificulta a ação de criminosos.
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